22 de mar de 2010

Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 22 de Fevereiro de 1993,[1] declarando todo o dia 22 de Março de cada ano como sendo o Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 1993, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.

Nesse período vários Estados foram convidados, como fosse mais apropriado no contexto nacional, a realizar no Dia, atividades concretas que promovam a conscientização pública através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas à conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos e/ou a implementação das recomendações proposta pela Agenda 21.

A cada ano, uma agência diferente das Nações Unidas produz um kit para imprensa sobre o DMA que é distribuído nas redes de agências contatadas. Este kit tem como objetivos, além de focar a atenção nas necessidades, entre outras, de:

  • Tocar assuntos relacionados a problemas de abastecimento de água potável;
  • Aumentar a consciência pública sobre a importância de conservação, preservação e proteção da água, fontes e suprimentos de água potável;
  • Aumentar a consciência dos governos, de agências internacionais, organizações não-governamentais e setor privado;
  • Participação e cooperação na organização nas celebrações do DMA.

19 de mar de 2010

Fernando Gabeira visita Macaé no próximo dia 19

Gabeira aproveitará uma visita a Macaé para unir-se à Campanha contra a emenda Ibsen Pinheiro que revê uma distribuição dos royalties de petróleo, poderá e falir "as cidades desta região.

Esta visita faz parte da programação de Gabeira que prevê visitas aos municípios do interior para se reunir com Pré-Candidatos a deputado federal e estadual.

O Partido Verde, em evento realizado na semana passada no Centro do Rio, oficializou como pré-candidaturas de Gabeira ao Governo do Estado e da senadora Marina Silva (AC) à Presidência da República.

Gabeira será recebido em Macaé pelo pré-candidato a deputado federal, também pelo PV, Dr. Aloízio, ACOMPANHARÁ O quê na extensa programação que prevê uma coletiva com uma imprensa, caminhada e uma palestra sobre "Crescimento e Sustentabilidade", ministrada pelo deputado.

VISITA DO GABEIRA À MACAÉ

Programação

16h - Coletiva de Imprensa - Macaé Othon Suítes - Av. Prof. Prof Elias Agostinho - Praia da Imbetiba;

17h - Caminhada no Centro calçadão da Cidade ();

18h - Palestra na Faculdade Salesiana - Rua Monte Elíseo, s / n - Visconde de Araújo

12 de mar de 2010

'Carlos Minc: o Brasil ganhou respeito no mundo por sua política ambiental

Não foi à toa que o Brasil ganhou o respeito do mundo e a dianteira nas
discussões sobre combate às mudanças climáticas durante a Conferência da
ONU realizada em dezembro de 2009 em Copenhague (COP 15). Nos últimos anos o
País promoveu ações que reduzir significativamente o desmatamento na
Amazônia, puniu desmatadores, ofereceu um modelo sustentável de
desenvolvimento na região e vem conseguindo manter limpa a sua geração de
energia. "O mundo viu que o Brasil tinha uma posição corajosa", afirmou o
ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, no décimo programa da série 7 Anos em
7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta quinta-feira (11/3).

Minc lembra algumas das grandes vitórias obtidas em favor do meio ambiente,
como a redução recorde do desmatamento na Amazônia em 2009, de 18 mil
quilômetros quadrados para 7 mil. "Salvamos 700 mil árvores. Mas ainda é
muito, inaceitável. Por isso, em 2010, vamos reforçar ações com Ibama,
Polícia Federal, Rodoviária, as polícias estaduais e a Força Nacional",
afirmou o ministro, que está confiante em ver a redução inicialmente
planejada de 80% para 2020 ser superada.

O ministro também falou sobre o trabalho feito para garantir alternativas
sustentáveis para os trabalhadores que vivem na região amazônica, para que
possam conseguir seu sustento com a floresta em pé.
Por isso o governo criou a operação Arco Verde, que atende a mais de 200 mil
pessoas nos 43 municípios que mais desmatavam na Amazônia. Catorze
ministérios, vários órgãos, levaram a essa região cidadania, respeito à
floresta, atividades sustentáveis que impediam a destruição.

Você pode ler o artigo completo em:
http://blog.planalto.gov.br/carlos-minc-o-brasil-ganhou-respeito-no-mundo-por-defesa-ao-meio-ambiente/

9 de mar de 2010

Brasil terá a eleição mais feminina da história em 2010

Desde o início deste século, as mulheres se tornaram maioria no eleitorado. No pleito municipal de 2008 havia quase 5 milhões de eleitoras a mais do que eleitores.

Da Redação, com agência Brasil

Brasília – As eleições gerais deste ano deverão ser marcadas pela maior participação das mulheres nos resultados. Isso porque o Brasil tem mais eleitoras do que eleitores, é provável que haja maior número de candidatas do que nas últimas eleições e a disputa ao cargo de presidente da República tende a ter entre os principais candidatos duas mulheres com grande visibilidade nacional.

Desde o início deste século, as mulheres se tornaram maioria no eleitorado. No pleito municipal de 2008 havia quase 5 milhões de eleitoras a mais do que eleitores, um percentual de quase 4% em favor das mulheres, proporção que pode ser decisiva em disputas acirradas. A maior participação das mulheres tem sido observada desde as eleições parlamentares de 1974, ainda à época do regime militar, quando também se verificou o aumento da participação feminina no mercado de trabalho.

Essas dinâmicas, no entanto, não favoreceram a eleição de mais mulheres. Se elas hoje são maioria no eleitorado, estão sub-representadas em todos os cargos eletivos. O Brasil tem apenas três governadoras, dez senadoras, 45 deputadas federais, 106 deputadas estaduais, 505 prefeitas e 6.512 vereadoras. O país ocupa o 142º lugar em representação feminina, segundo a Inter-Parliamentary Union, atrás dos países desenvolvidos, de quase todos os latino-americanos e de outras nações de língua portuguesa como Angola e Moçambique.

O quadro de baixa representação poderá, no entanto, começar a ser alterado a partir de outubro com uma ligeira mudança na legislação eleitoral. A partir de agora, os partidos são obrigados a “preencher” e não apenas a “reservar” 30% das candidaturas para as mulheres.

“Mudar a semântica pode fazer toda a diferença”, prevê Marlise Matos, chefe do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A professora espera que a obrigação legal mude a cultura partidária. “As lideranças partidárias costumavam dizer que não conseguiam completar as cotas porque as mulheres não têm ambição política”, conta.

“Nossas pesquisas comprovam que é um argumento completamente falacioso. As mulheres participam politicamente, elas são filiadas em maior número a partidos políticos do que os homens e estão nas bases dos movimentos sociais”, assinala a acadêmica.

O aumento do número de candidatas pode levar à eleição de mais mulheres, espera o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, professor titular da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, ligada ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para ele, o aumento de candidatas e de eleitas vai “refletir o emponderamento das mulheres”.

Além de mais candidaturas para todos os cargos em disputa, as eleições de 2010 chamam a atenção pela provável presença de duas mulheres entre os principais candidatos à Presidência da República.

Na avaliação de analistas, Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) forçarão a discussão em torno de assuntos que mobilizem mais as mulheres. “Com duas candidatas, duas mulheres notórias, certamente a questão de gênero estará mais presente no debate eleitoral”, prevê Neuma Aguiar, professora de sociologia da UFMG.

“Os candidatos vão ter que tocar nessa questão de gênero e como vão ser formuladas as políticas para que haja melhoria na vida das mulheres”, acrescenta.

Para Antônio Lavareda, que preside uma empresa de consultoria especializada em marketing político, as mulheres tendem a ter um comportamento eleitoral pragmático. “São eleitoras mais focadas em temas concretos e menos afetadas por temas de cunho político e ideológico. Elas dão mais atenção a assuntos como educação, saúde das crianças, segurança pública, preço dos alimentos e custo de vida porque estão às voltas com o abastecimento de bens e serviços de sua casa”, analisa.

Segundo Lavareda, as mulheres têm mais facilidade para mudar a intenção de voto durante a campanha eleitoral ou esperar mais tempo para tomar a decisão. “Parece que as mulheres votam com mais cuidado, observando e avaliando mais e decidindo seu voto mais tardiamente”, compara.

Segundo pesquisa de opinião do Instituto Datafolha, de 24 e 25 de fevereiro, o percentual de homens indecisos quanto às candidaturas à Presidência da República é de 15%, enquanto entre as mulheres é de 23%.

Marina começa pré-campanha com uma agenda muito tímida

A senadora e pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva (PV), concluiu de maneira tímida sua agenda política no Rio. Numa sala fechada e com a presença de poucos políticos e militantes, ela participou do encerramento da 1ª Semana de Educação Ambiental do Forte de Copacabana. Ao se dirigir à área de exposição histórica da instalação militar, Marina passou por centenas de visitantes e chegou a ser reconhecida. No entanto, cercada pelo comandante da unidade, coronel Edson Silva de Oliveira, e pelo presidente regional do PV, o vereador Alfredo Sirkis, a senadora não entrou em contato com nenhum dos potencias eleitores no local.

O início da pré-campanha da senadora foi anunciado por Sirkis, na sexta-feira, após ela receber homenagens das câmaras municipais de São Gonçalo e Niterói. Os compromissos da senadora foram discretos. Nem o pré-candidato do partido ao governo, o deputado Fernando Gabeira, acompanhou sua peregrinação. Os dois ficaram juntos apenas durante a cerimônia de encerramento do evento. O deputado não acompanhou Marina na área de exposições.